segunda-feira, 2 de novembro de 2009

It's my body!

Turismo sexual pode?
Tráfico de mulheres pode?
Estupro pode?
Assédio sexual pode?
Playboy pode?
Sexo explícito na novela das 9 pode?
Pode!
Em um país que não tem vergonha de deixar rolar solta a violência contra a mulher, pode.
Em um país que ignora a banalização do corpo de mulher, pode.
Em um país que não tem vergonha que elas ganhem menos para exercer a mesma função que os homens, pode.
Neste mesmo país, somos todas Geyse Arruda lutando para viver nossa sexualidade e sensualidade livre do machismo e todas as normas, regras e leis criadas pelos homens para nos controlar.
Neste mesmo país, temos que driblar tudo que o homem pode, para que possamos simplesmente... sermos... mulheres.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Hey, Mister DJ!


Pra quem gosta de Hip Hop, aqui vai uma dica: rádioweb Hip Hop Mulher. Passa lá e depois me conta.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Cartilha

PEC, PEC! Mais de 7 mil vereadores para inchar a despesa improdutiva. Investir no que interessa, que é bom, nada! Imaginem mais de 7 mil professores de física, química ou biologia na rede pública? Haja paciência.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Chiclete com Banana


Por R$ 29,00 catei a 'Caixa Antologia' do Angeli e periguetes Glauco e Laerte numa banca na Paulista. Melhor que jornal.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Justiça condena Rede TV por ofensa e danos morais às lésbicas

Foto: Raquel Melo*


Nos últimos anos, a sociedade brasileira tem acompanhado ações favoráveis aos direitos LGBT. Juízes em diversos cantos do País têm concedido direitos até pouco tempo negados para os homossexuais como o direito previdenciário, de reconhecimento de união estável, direito à adoção, entre outros.

O caso mais recente é a ação indenizatória concedida pelo Juiz Mario Sergio Leite, da 2ª. Vara Cível de Barueri-SP, à psicóloga e escritora Valéria Melki Busin, 42, e à servidora pública Renata Junqueira de Almeida, 44.

Em março de 2002, Valéria Melki, reconhecida no Brasil por sua militância pelos direitos LGBT, e Renata Junqueira foram convidadas pela produção do Programa Superpop da Rede TV, apresentado por Luciana Gimenez, para participar de uma entrevista ao vivo sobre união estável entre pessoas do mesmo sexo. O argumento da produção do programa era que a emissora tinha como objetivo contribuir com a redução da discriminação e o preconceito contra homossexuais.

No entanto, no lugar da entrevista, as convidadas se depararam com um debate com outros convidados, entre eles o advogado Celso Vendramini que claramente ofendeu os homossexuais, negava seus direitos e incitava a plateia contra o que ele chamava de pouca vergonha.

Com a cena de desrespeito ao fundo, o letterring da emissora trazia o seguinte tema: “Barraco – Gays brigam para adotar filhos”.

O Juiz de Barueri entendeu que o episódio daquele programa tratava-se de uma encenação forçada pela emissora com intuito de criar uma espetacularização da temática gay e condenou a Rede TV.

Ainda cabe recurso, mas a ação favorável à Valéria e Renata reforça a importância de que cada homossexual deste País tenha a coragem de continuar lutando pelos seus direitos.

Par não perder a viagem, aproveito para divulgar o site da Campanha Não Homofobia puxada pelas organizações LGBT do Brasil.
* A foto foi tirada no dia 13 de junho de 2009 na VII Caminhada Lésbica e Bissexual de SP.

sábado, 25 de julho de 2009

Painting

Lendo uma matéria na BBC Brasil conheci essa pintora Alison Silva. Achei o trabalho dela genial. Alison é de New Jersey. Entre nos sites, vale a pena.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Literatura!

Este é um trecho de "Café Expresso" escrito pelo poeta Cassiano Ricardo em 1926.
A foto foi tirada na Estação de Metrô Santa Cecília pela qual passo todos os dias para trabalhar e volta e meia paro para ler os poemas e ver as gravuras e fotos dos gênios da literatura brasileira que lá estão em exposição.
O cidadão desocupado que sacou uma pilot para riscar os painéis talvez não saiba que o jornalista participou do movimento de reforma literária iniciada na Semana de Arte Moderna (1922) e ajudou a fundar, em 1937, a "Bandeira", movimento político que se contrapunha ao Integralismo.